A Polícia Civil do Pará, em parceria com a Polícia Civil do Maranhão, prendeu, na noite deste sábado, 20, Amarildo Pereira, conhecido como “Maranhão”, acusado de envolvimento no assassinato do empresário Amintas Pinheiro. Amintas foi perseguido e assassinado a tiros enquanto dirigia uma caminhonete no bairro do Mangueirão, em Belém. O crime aconteceu no dia 5 de fevereiro.

“Maranhão”, que teve participação direta na abordagem da vítima, foi preso quando transitava em via pública na cidade de São Luís. Ele é o oitava suspeito de envolvimento no assassinato preso.

Em maio, Adeilson Barbosa da Graça, conhecido como “Mortadela”, que atuou como apoio no latrocínio, fazendo escolta do veículo principal, de onde saíram os indivíduos que abordaram a vítima, foi preso no bairro do Cruzeiro, no Distrito de Icoaraci, em Belém.

No dia 20 de abril, a Polícia Civil do Ceará prendeu Antônio Silva Cordovil, conhecido como “Tonico”, mandante do crime.

Em março, Thiago Francisco Silva foi detido no município de Igarapé-Miri, na região do Tocantins. De acordo com a investigação, Tiago atuou como piloto de fuga no crime.

Antes dele, quatro pessoas já haviam sido presas por envolvimento no latrocínio. A primeira ocorreu ainda em fevereiro. Elenilson Ramos Farias, conhecido como “Loirinho”, foi preso em Icoaraci. Ele participou do crime dirigindo o veículo que levava os criminosos. O carro de Max Sousa da Silva, utilizado na ação, já foi apreendido. Max também está preso. As equipes da Polícia prenderam Anderson Lima Pacheco, o “Pelado”, acusado de ser o executor da vítima.

Lucas Araújo e Souza, conhecido como “Bulldog”, foi preso em março quando desembarcava em um porto particular localizado na avenida Bernardo Sayão, em Belém. Ele pilotava uma das motos que atuou na fuga de “Pelado”. A moto de Lucas, utilizada no crime também foi apreendida.

O empresário era marido da deputada estadual Nilse Pinheiro.

 

 

Fonte: Roma News
Foto: Divulgação